Para Magno Malta austeridade e recuperação do crédito é o caminho certo para arrumar o governo

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Ao avaliar as primeiras medidas do presidente em exercício, Michael Temer, senador Magno Malta, acredita que o ponto fundamental é a reorganização da economia, pois com este setor desarrumado, não tem como fazer a indústria crescer, não tem como gerar emprego e não tem como garantir segurança para o investidor estrangeiro. “ Emblemático, mas hoje somos 13 milhões de desempregados no país, inverter esta dura herança é o ponto chave”, afirmou Magno Malta.

Para Magno Malta, manter e melhorar os programas sociais é outro ponto importante, pois o Partido dos Trabalhadores, de forma covarde, inflamou o povo com a falácia de que o social não seria prioridade, mas Temer já fotografou que as boas heranças serão aproveitadas e até mesmo ampliadas. “O bolsa família tem uma boa porta de entrada, mas precisa de uma porta de saída”, salientou Malta.

Magno aponta gangrena, e Ferraço fala em crime

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Discurso de capixabas centrou fogo nos fracassos de Dilma

Os senadores capixabas Magno Malta (PR) e Ricardo Ferraço (PSDB) subiram a voltagem das críticas contra o governo do PT ao discursarem na sessão do afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT). Para o tu- cano, a petista maquiou o colapso das contas públicas e mudou a meta fiscal “para limpar a cena do crime” das pedaladas. Já Magno não deixou barato a implosão do Fundap capixaba pela gestão Dilma e comparou sua derrocada à amputação de uma perna com “gangrena”, para o “corpo febril” poder recuperar a saúde.

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Fonte:  A Gazeta

Magno Malta garante que herança deixada pela presidente é desafio para novo governo

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"Estamos diante de um corpo febril e assaltado de taxas altíssimas de diabetes. O país hoje é como um corpo diabético e febril, com uma perna cheia de gangrena, pronta para ser amputada. Se amputarmos a perna, salvaremos o corpo”. Com esta analogia, senador Magno Malta retrata a crise econômica, o desemprego e a falência que tiraram o sono dos brasileiros e por isso defendeu o afastamento da presidente, porém prevendo dias difíceis
 
“O PT destruiu os valores da família e durante 13 anos impôs uma política de aparelhamento do governo para servir ao chamado proletariado. Agora, estamos quebrando um ciclo para recomeçar e precisamos de muita paciência, pois o Brasil ainda não chegou no fundo do poço”, afirmou Magno.

Dilaceraram nossa economia e nos jogaram num fosso', afirma Magno Malta

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Senador do Espírito Santo disse que o País virou chacota

BRASÍLIA - O senador Magno Malta (PR-ES) foi mais um senador a se manifestar a favor da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado. Malta foi o quarto a se pronunciar na tribuna após a reabertura da sessão pelo presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), nesta tarde. “Dilaceraram a nossa economia e nos jogaram num fosso, viramos chacota”, disse.

Ele ainda criticou os cortes feitos na educação pela presidente. “Ela chama de pátria educadora, mas o primeiro corte foi na educação”, afirmou.

Fonte: Estadão

Em discurso feroz, Magno Malta diz que Brasil tem que ‘amputar perna cheia de gangrena’

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O discurso do senador Magno Malta (PR/ES), nono a discursar na sessão de admissibilidade do impeachment de Dilma Rousseff, era um dos mais aguardados na tarde desta quarta-feira, no Senado. Depois da “pegadinha” na votação do processo pela comissão especial da Casa, quando leu o voto do ministro Jacques Wagner durante o impeachment de Fernando Collor, em 92, como se fosse o seu, Magno arquitetou sua fala com um tom apontado como escatológico nas redes sociais.

“O Brasil é como um corpo diabético, febril, com uma perna cheia de gangrena, pronta para ser amputada”, disparou o parlamentar, lembrando que vem “de uma família de diabéticos”, citando inclusive tias que tiveram membros amputados em decorrência da doença

Malta, Ferraço e Romário engrossam discursos favoráveis ao impeachment

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Dando como certo o resultado desfavorável à presidenta Dilma Rousseff na votação do Senado que analisa a admissibilidade do processo de impeachment contra ela, o senador Magno Malta (PR-ES), lamentou o momento político e disse que a ruptura “que acontecerá hoje a tarde” é triste, mas necessária.

Malta comparou o país com um doente diabético e febril que “há muito tempo precisa amputar a perna” para se salvar. “Este país febril vai ter restituída a sua saúde e sua energia. Amputemos a perna apodrecida para salvar o corpo e é preciso ter o tempo de cicatrização e recuperação”, disse, durante sua fala na tribuna.

Magno Malta diz que Dilma precisa ser 'amputada' do país

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Senador capixaba foi o nono a discursar no Plenário durante a votação da admissibilidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT)

O senador Magno Malta (PR) foi o primeiro parlamentar capixaba a discursar no Senado durante a votação da admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O parlamentar comparou o país à um corpo diabético e afirmou que a presidente precisa ser "amputada".

Brasília-DF // Esplanada dos Ministérios - Senado Federal - Ala Tancredo Neves, Gabinete 57
Telefone: +55 61 3303-4161/1656
E-mail: magnomalta@senador.gov.br

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