Magno Malta vota pelo impeachment e participa da posse do novo presidente Michael Temer

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Antes da posse do novo presidente da República, senador Magno Malta, comemorou o fim da era PT e do governo Dilma, mas lamentou a manobra de alguns parlamentares permitindo ela ficar inabilitada e poderá exercer funções na administração pública. “Dois pesos duas medidas. Muita gente já pagou caro por menos. O PT abriu uma porta para beneficiar o Cunha, a Dilma e manter a impunidade na vida pública. Mas não ficarei calado”, disse Magno Malta.
 
Canalhas, canalhas, canalhas desabafou Magno Malta apo´s aprovar o impeachment de Dilma. “As ruas, o povo, atendemos ao anseio do Brasil e mudamos os gestores. A crise continua, mas temos esperanças de dias melhores. Resgatamos hoje o patriotismo, o amor à pátria e o estado de direito legitimo da democracia”, explicou Malta.

Magno Malta canta música de Kleiton e Kledir para Dilma

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Com um discurso recheado por referências religiosas, o senador ainda disse que "as lambanças feitas no escuro precisavam vir à luz, e foi a eleição dela que permitiu

O senador Magno Malta (PR-ES), fã de discursos exagerados, chegou a cantar uma música da dupla gaúcha Kleiton e Kledir para "se despedir" de Dilma Rousseff. Antes, ele afirmou que o "velório" do PT é o mais triste que ele já viu.

Magno Malta é o 25º senador explanar o voto pelo impeachment de Dilma nesta terça-feira

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Senador Magno Malta, com notória disposição, em plenário, por volta das 18h45m, vai mais uma vez, explicar as razões do seu compromisso com o clamor popular que reivindica a estabilidade política e econômica do Brasil. “O povo já sabe o meu voto, mas serei claro e contundente com a falta de argumentação da presidente afastada, que ontem, deixou o Brasil sem respostas”, esclareceu Magno Malta.

 “O povo está sagrando em praça pública e o governo afastado não aceita a responsabilidade pelo fato. Assim, vivemos uma crise moral, emocional, política e jurídica. Vamos fechar o caixão, pois o defunto está com mal cheiro”, falou.

Magno Malta garante que hoje fecha o caixão com 62 votos a favor do impeachment de Dilma

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"Hoje a gente fecha o caixão. Serão 62 pregos, 62 pregos!", disse o senador oposicionista (PR-ES) Magno Malta, para o público que lotava a galeria e gritava o seu nome. “Contamos com o senhor, senador, continue sua luta, o Brasil quer mudanças”, clamava os representantes dos movimentos de rua.

No último dia do julgamento do afastamento definitivo de Dilma Rousseff da presidência de República, Magno Malta chega ao plenário do Senado Federal confiante de que o Brasil vai começar um novo ciclo. Nesta madrugada, ao concluir a defesa de Dilma, o senador republicano brincou com o povo que estava na galeria. “Vamos fechar o caixão com 62 pregos”, uma analogia aos 62 votos e o fim da era PT.

Para Magno Malta, “Dilma Rousseff imitou o hilariante Rolando Lero”

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Durante julgamento do impeachment de Dilma Rousseff (PT), nesta segunda-feira (29), o senador capixaba Magno Malta (PR) perguntou à presidente afastada se ela mentiu durante a campanha eleitoral de 2014, quando garantiu que a economia do país iria continuar equilibrada caso fosse eleita. “O Brasil ficou sem entender nada. Ela repete as mesmas respostas hilariantes citando déficit hídrico, crise cambial, estiagem e outras falas sem nexo”, afirmou Malta.

Senador Magno Malta, após inquerir a presidente afastada, chegou à conclusão que pelas respostas lembrou o Rolando Lero, um dos personagens da Escolinha do Professor Raimundo. “Dilma está repetitiva e evasiva deixando a população brasileira sem respostas concretas e coerentes. Ela foge das perguntas com argumentos flácidos. Ela não convenceu”, disse Malta.

Magno Malta: “a música que Dilma tocar nós vamos dançar. Ela dará o tom da sessão”

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Depois de participar ativamente como membro titular da Comissão Especial de Impeachment e ter atuação marcantes nas sessões de julgamento do processo de afastamento de Dilma Rousseff, senador Magno Malta, em momento algum perdeu o respeito ou foi grosseiro com as testemunhas, porém sempre foi direto e positivo. “Serei eu mesmo, não tenho dupla personalidade. Ela dará o dom da sessão e estarei preparado para inquirir de acordo com o que for dito por ela”, prometeu Magno Malta.

Senador Magno Malta elencou as promessas de campanha de Dilma, os decretos chamados de pedaladas, principalmente, os pontos que o brasileiro quer saber: o que causou a crise econômica e o desemprego no Brasil? Serão perguntas diretas, transparentes e dentro do tempo estabelecido. “É a grande oportunidade de Dilma mostrar seus argumentos para o povo sofrido. Se Dilma falar de golpe iremos responder forte, acho que será uma sessão dramática”.

Para Magno Malta, estratégia da defesa foi tiro no pé e senadores não vão mais inquerir testemunhas

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Os senadores Linbergh Farias (PT-RJ), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e até o presidente do Senado Renan Calheiros entraram em debate acalorado a ponto do presidente do Supremo Tribunal Federal e do processo de impeachment, ministro Ricardo Lewandowski, suspender a sessão antecipadamente para almoço. No meio do tiroteio verbal, senador Magno Malta, conhecido pelo seu tom firme, foi o apagador de fogo, acalmando os dois lados. “Sinto-me, como todo brasileiro, triste com a crise emocional, política e jurídica que o país atravessa, mas não podemos perder o respeito”. Afirmou em vídeo gravado no final da manhã desta sexta-feira.

Senador Magno Malta afirmou que a manobra dos dilmistas, de segurar o andamento do processo em plenário com questionamentos evasivos, gerou clima tenso, desconfortável e o tiro saiu pela culatra, “Em bloco, mais de 60 senadores não vão mais arguir as testemunhas de defesa da Dilma. Abaixaremos a guarda, ficaremos calados e vão esperar para segunda-feira ouvir a presidente afastada. Queiram prolongar os debates para evitar o depoimento na segunda-feira, porém foi uma estratégia vergonhosa que tumultuou a sessão”, esclareceu Magno.

Magno Malta prevê 63 votos favoráveis ao impeachment de Dilma na batalha final

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O Senado começa hoje, quinta-feira, o julgamento final do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Nos primeiros dias, os senadores irão ouvir o depoimento de testemunhas. O Supremo Tribunal Federal espera encerrar esta etapa amanhã, mas os trabalhos podem se estender pelo próximo fim de semana. O fato mais esperado é o depoimento de Dilma na segunda-feira. “Vou perguntar sobre todas as promessas de campanha para saber as verdades e mentiras”, prometeu Malta.

Na semana passada, o colegiado de líderes e a presidência do Senado Federal decidiram em reunião, no Salão Nobre, que o julgamento não deverá interromper o rito e ouvir todas testemunhas, mesmo se for preciso passar o sábado e domingo no plenário. Senador Magno Malta contestou a retirada do direito de tréplica, ou seja, o senador pergunta, Dilma responde e não tem mais direito de questionamento. “É uma censura, mas em caso de ofensa, pode até cortar o microfone que eu grito”, re forçou Magno Malta,

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Telefone: +55 61 3303-4161/1656
E-mail: magnomalta@senador.gov.br

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