Com divergência de opiniões, 3ª audiência pública para debater aborto agrada o relator Magno Malta

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Senador Magno Malta (PR-ES), relator da sugestão popular 15/2014, que propõe a descriminalização do Aborto até a 12º semana de gestação, considerou positivo o debate realizado nesta quinta-feira, na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal. “Sou grato a todos os convidados que colocaram suas mais diversas opiniões, até os ativistas que vieram para fazer barulho e principalmente a plateia que lotou o auditório aplaudindo a pauta relevante para sociedade brasileira”, disse Magno Malta, que mesmo de atestado médico, acompanhou todo trabalho on line, inclusive, fazendo questionamentos.

Na mesa estavam personalidades de diversas tendências, representando universidades, religiões e movimentos sociais. O norte-americano David Kyle, diretor do filme Blood Money, denunciou a indústria do aborto, que só visa lucros bilionários deixando um rastro de sofrimento, pois não está preocupada com a segurança da saúde da mulher. “Meu trabalho mostra que nos EUA a legalização do aborto criou um mercado abortivo muito lucrativo sem respeitar a vida”, arrematou David.

Senador Magno Malta é vítima de fake, mas desmente informações sobre impeachment

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Imitando a voz do senador Magno Malta (PR-ES) um fake gravou áudio e postou nas redes sociais passando pelo parlamentar narrando reunião em São Paulo na segunda-feira, com Eduardo Cunha, articulando mudanças na presidência e revelando mentiras de um acordo sobre prisão de Lula e até renúncias de Dilma e Temer para Eduardo Assumir a presidência. “Neste dia estava internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, com princípio de Trombose, Estou de licença médica e tudo que foi falado é mentira. Este áudio não é meu”, esclareceu Magno Malta

A voz em tom carregado, deixa claro que o fake estava passando pelo senador Magno Malta para narrar um grande golpe no Brasil, articulado o pedido de impeachment de Dilma Rousseff e também de Michel Temer para Eduardo Cunha assumir a presidência da República. “O Brasil virou uma bagunça e esta conversa está na boca do povo, mas eu não falei dessa reunião da qual não participei”, acentuou Magno.

Magno Malta após ouvir vítimas da Máfia das Próteses quer classificar como crime hediondo

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Em março foi instalada a CPI das Próteses, que investiga irregularidades em tratamentos médicos com próteses e órteses (aparelhos externos usados para imobilizar ou auxiliar os movimentos dos membros ou da coluna) em todo o país. Reportagem de janeiro do programa Fantástico, da TV Globo, revelou uma “máfia das próteses”, que consiste no superfaturamento dos aparelhos e no pagamento de comissões a médicos para que realizem procedimentos sem necessidade, com material vencido e em quantidade acima da necessária. Senador Magno Malta, designado presidente, quer classificar como crime hediondo todas fraudes com pacientes na rede pública e privada de saúde.

“Estamos trabalhando muito para punir os médicos e empresários mafiosos. Mesmo durante o recesso parlamentar estamos cruzando os dados da quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico dos acusados”, disse Magno Malta, que presidiu diversas oitivas, inclusive em outros estados.

Magno Malta apoia projeto que proíbe propaganda de bebida alcoólica em meios de comunicação

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O Senado vai votar no segundo semestre o projeto vindo da Câmara dos Deputados que proíbe a propaganda de bebida alcoólica nas emissoras de televisão e de rádio e demais meios de comunicação. Para tanto, o PLC 83/2015 prevê mudanças na Lei 9.294/96, que trata das restrições à publicidade de cigarro, derivados de álcool, medicamentos e defensivos agrícolas. “Sou totalmente favorável ao projeto que vem para inibir abusos e apologia às drogas lícitas”, disse senador Magno Malta, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família

A proposta determina que a propaganda de bebidas alcoólicas só pode ser feita com pôsteres, painéis e cartazes na parte interna dos locais de venda. Além disso, não pode induzir a pessoa ao consumo e muito menos associar o produto a hábitos saudáveis. Entre as punições previstas no projeto para quem insistir neste tipo de publicidade, está o pagamento de multa que pode variar de R$ 5 mil a R$ 100 mil. “Infelizmente o cigarro e a bebida alcoólica estão banalizados e mesmo com efeitos nocivos à vida são usados por todos segmentos sociais e diversas faixas etárias. Muitos jovens bebem motivados por propaganda ligando este malefício até com o esporte. Vejo com tristeza artistas fazendo propaganda de cerveja”, lamentou Magno Malta.

Brasília-DF // Esplanada dos Ministérios - Senado Federal - Ala Tancredo Neves, Gabinete 57
Telefone: +55 61 3303-4161/1656
E-mail: magnomalta@senador.gov.br

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