Magno Malta parabeniza autor do livro “Sem medo de falar, relato de uma vítima de pedofilia”

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Senador Magno Malta (PR/ES), que presidiu a CPI da Pedofilia ficou sabendo do caso de Marcelo Ribeiro, 48 anos, casado, que durante a infância foi abusado sexualmente dentro da Igreja, pelo Maestro do Coral. Depois de várias crises conjugais, agora, com apoio da esposa, ele lança um livro contando a história e cita a Lei Joana Maranhão, de autoria do senador Magno Malta que dá condições de denunciar os abusos em idade adulta. ”Esta é nossa luta mostrar para o mundo que o silêncio protege o mais hediondos dos crimes, que assassina a alma da criança e deixa sequelas irreparáveis”, apoiou Magno Malta, a determinação do escritor.

Há seis anos, Marcelo Ribeiro, 48, revelou à mulher Renata Daud, 36, ter sido abusado sexualmente dos 9 aos 16 anos pelo maestro do coral da Igreja Católica de sua cidade natal, em Minas, e depois no Rio Grande do Sul. Uma crise na relação levou o empresário a relatar pela primeira vez um trauma que escondia há mais de três décadas e que agora conta também no recém-lançado livro "Sem Medo de Falar - Relato de uma Vítima de Pedofilia" (ed. Paralela, 195 págs., R$ 24,90).

Magno Malta mostra para o mundo que a lei Brasileira é dura para abusadores de crianças

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Senador Magno Malta (PR/ES) tem usado a mídia espontânea, inclusive, com grande demanda atendendo a imprensa internacional, o Portal  Oficial Todos Contra Pedofilia, as redes sociais e a tribuna do Congresso Nacional para  pedir  que  denuncie os crimes de pornografia infantil e pedofilia. Com esta campanha de larga abrangência, só este ano, 10 mil sites de pornografia infantil foram investigados pela Polícia Federal e mais de 7 mil turistas condenados por crimes de pedofilia não conseguiram visto para entrar no Brasil

Senador Magno Malta, autor de várias proposições para combater todo tipo de abuso contra crianças e adolescentes, aproveita o momento em que o Brasil está no foco da imprensa internacional em virtude da  Copa do Mundo e lembra que o País tem leis duras e severas para quem tem ainda a velha ideia do turismo sexual, principalmente com jovens. “A pedofilia como contato sexual entre crianças/adolescentes e adultos, traduz-se juridicamente nos clássicos crimes de estupro (art. 213 do Código Penal) e atentado violento ao pudor (art. 214 do Código Penal), ambos com pena de 6 a 10 anos de reclusão e classificados como crimes hediondos”. Explica o ex-presidente da CPI da Pedofilia, que despertou o mundo para esta prática covarde e cruel que  assassina a alma de milhares de crianças, em diversos segmentos sociais, sob o silêncio das vítimas e principalmente de familiares.

Resultado da luta de Magno Malta: 10 mil sites já foram denunciados por pornografia infantil este ano

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Quando presidente da importante CPI da Pedofilia do Senado, Magno Malta (PR/ES) foi até a ONU para estabelecer a primeira quebra de sigilo da google. “Foi uma grande vitória internacional do Brasil para acabar com a pornografia infantil na Internet. A partir do Termo de Ajuste de Conduta criamos uma legislação especifica para rastrear os cartões de créditos, venda e posse de material expondo crianças nos mais diversos tipos de abusos. E esta ação continua dando resultado, inclusive, uma ferramenta muito importante para combater a prostituição infantil, principalmente  durante grande eventos, tipo Copa do Mundo”, explicou  senador Magno Malta

Além das esquinas, restaurantes e hotéis em bairros das cidades-sede onde já se sabe que, com ou sem Copa do Mundo, há oferta e demanda de prostituição, a Polícia Federal e as autoridades brasileiras que defendem os direitos das crianças e adolescentes também precisam lidar com outro espaço de articulação das redes de aliciadores: a internet. Dados da ONG Safernet Brasil mostram que 10.463 páginas foram denunciadas por supostamente conter pornografia infantil. “A Safernet é uma Organização do terceiro setor que entrou nesta luta dando suporte em tecnologia. Mas esta fiscalização e quebra de sigilo só foram possível depois das ações além fronteira da CPI da Pedofilia”, disse Magno Malta.

Os bastidores da votação da polêmica Leia da Palmada no Senado Federal

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Na reportagem, advogado relata a falta de respeito com o regimento interno e também o afronta ao decoro parlamentar. Para ele, senador Magno Malta (PR/ES) foi desrespeitado de várias formas quando defendia a opinião da maioria dos brasileiros, que é o aprofundamento dos debates desta lei de que deve ser bem analisada, inclusive, a negativa reação popular, pela presidente Dilma Rousseff, antes de sancioná-la.

O plenário do Senado, em votação simbólica, aprovou a polêmica Lei da Palmada.. O texto aguarda sanção presidencial. Estranhamos a presença de artista na mesa do Senado, com um menino no colo. Quando o senador Magno Malta (PR-ES) proferia argumentos contrários à aprovação, a artista tapava os ouvidos da criança, gesto deselegante de quem diz defender o regime democrático cujo principal fundamento é o respeito à opinião contrária.

Brasília-DF // Esplanada dos Ministérios - Senado Federal - Ala Tancredo Neves, Gabinete 57
Telefone: +55 61 3303-4161/1656
E-mail: magnomalta@senador.gov.br

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