Presidente da CPI é juiz eleito pelo povo para depurar a corrupção com igualdade social

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Senador Magno Malta, experiente em presidir importantes Comissões Parlamentares de Inquérito do Congresso Nacional, esteve em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, com a missão de investigar a Máfia das Próteses. Trata-se de uma quadrilha chefiada por intelectuais, médicos, empresários, advogados que além de manipular incautos homens de bem,  jovens talentos, roubava dos cofres públicos e o pior, com toda certeza, aumentava a dor de centenas de doentes pobres no momento delicado em que o corpo sofrido exigia tratamento digno e eficiente. Presidindo as oitivas da CPI da Máfia das Próteses no Brasil, durante dois dias, Magno Malta, senador pelo Espírito Santo, encontrou um quadro de amargura, ações delinquentes de médicos ambiciosos por fortunas, família sangrando que jogaram a moral na lama e imagens de um Brasil que está no CTI precisando ser expurgado e passar por assepsia aliviando o cidadão da sequela da corrupção.

 Neste combalido quadro pintado pelas mãos ambiciosas de cirurgiões e alimentado por empresários gananciosos, o juiz do povo, neste momento, tem usar sabiamente a espada da ética para salvar os honestos, aplicar o duro golpe nos opressores e defender a moral de nossa Pátria. No Sul do País, registramos, ao lado do senador, a crueldade de quem sabe que para a sequela emocional de uma criança, filho de uma vítima desmoralizada injustamente, não tem próteses e que a coragem de jovem médico para denunciar o próprio irmão mafioso é gesto de nobreza de imensurável grandeza para curar as mazelas no sistema de saúde brasileiro.

Hospitais gaúchos admitem cobrar porcentagem em prótese implantada

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O representante da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Rio Grande do Sul (Fehosul), Flávio Borges, admitiu ontem, em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Próteses, que a maioria dos hospitais cobra porcentagens de 15% em média sobre cada prótese adquirida para os implantes.

Ele ressaltou, porém, que compete aos hospitais somente providenciar os materiais com as especificações determinadas pelos cirurgiões que os utilizarão, não tendo o poder de indicar o uso de uma prótese nacional ou importada.

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Fonte: Jornal do Senado

Representante de hospitais admite cobrança de porcentagem sobre próteses implantadas

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O representante da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Rio Grande do Sul (Fehosul), Flavio Borges, admitiu nesta quinta-feira (14), em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Máfia das Órteses e Próteses no Brasil, que a maioria dos hospitais cobra porcentagens de 15% em média sobre cada prótese adquirida para os implantes.

Ele ressaltou, porém, que compete aos hospitais somente providenciar os materiais com as especificações determinadas pelos médicos cirurgiões que os utilizarão em seus procedimentos, não tendo o poder de indicar o uso de uma prótese nacional ou importada, por exemplo.

Reuniões, ações da Polícia Federal e intervenções do presidente Magno Malta marcam CPI das Próteses

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Senador Magno Malta (PR/ES) abriu o segundo dia de oitivas da CPI da Máfia das Póteses, em Porto Alegre.  Depois de longa reunião com advogados, o presidente da CPI ouviu a advogada Letícia Pinto Lauxen, que negou qualquer envolvimento, mas conhece todos os acusados, inclusive o médico Fernando Sanchis. Emocionada, a depoente deixou claro que tudo que fez foi mandada por outra advogada, Nieli de Campos Severo, que foi preciso da intervenção da Polícia Federal para prestar depoimento

O principal denunciado no escândalo da Máfia das Próteses, o médico Fernando Sanchis, alegou direito de ficar calado. Inquieto, repetindo o direito constitucional de ficar em silêncio, o médico não tirou a calma do senador Magno Malta, que relatou pontualmente as pesadas denúncias contra o interrogado. O senador interferiu afirmando que vai quebrar o sigilo bancário do acusado e que vai convocá-lo para depor em Brasília.

Magno Malta vai ouvir, nesta sexta-feira, em Porto Alegre, acusados de fraude na CPI das Próteses

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Depois que o representante da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Rio Grande do Sul (Fehosul), Flavio Borges, admitiu que a maioria dos hospitais cobra porcentagens de 15% em média sobre cada prótese adquirida para os implantes, senador Magno Malta, presidente da CPI das Próteses vai ouvir hoje os principais acusados, entre médicos, advogados e comerciantes. “Se precisar vou usar força da Polícia Federal para ouvir coercitivamente convocados que negam colaborar com as investigações”, ameaçou em tom sério, presidente da CPI.

Ontem, a vitíma da quadrilha, Edison Luiz Rocha de Castro também denunciou que só após as reportagens percebeu que estava sendo manipulado pelo ortopedista Fernando Sanchis para entrar com uma liminar na justiça e conseguir uma próteses para a coluna. “Eu não tinha dinheiro e sofria dores, então o doutor Fernando orientou-me usar um equipamento muito caro, mas que com ajuda da justiça o SUS liberava. Então, quando a imprensa divulgou a trama da máfia das próteses, resolvi procurar outro tratamento”, declarou Edison Luiz.

Projeto que institui o novo Código Penal volta a ser discutido

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O Plenário aprovou ontem (13) requerimento para que o projeto que institui o novo Código Penal seja reexaminado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O Projeto de Lei do Senado (PLS) 236/2012 já foi aprovado em comissão destinada a emitir parecer sobre a proposta, que tem como base anteprojeto elaborado por uma comissão de juristas, instalada em 2011.

Os senadores também aprovaram requerimento do senador Magno Malta (PR-ES) para que o PLS 150/2015, que tipifica criminalmente a discriminação ou preconceito de opção ou orientação sexual, passe a tramitar em conjunto com o projeto que institui o novo Código Penal. O projeto é de autoria do senador Otto Alencar (PSD-BA).

CPI das Próteses ouve hoje governo e médicos na Assembleia Legislativa do RS

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A CPI das Próteses fará hoje uma audiência na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, onde ouvirá vítimas de procedimentos irregulares relacionados a órteses e próteses.

Foram convidados, entre outros, o secretário estadual de Saúde, João Gabbardo dos Reis, o presidente do Conselho Regional de Medicina do estado, Fernando Weber Matos, e o procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Sul, Eduardo de Lima Veiga.

Magno Malta vai usar força da Polícia Federal para ouvir coercitivamente convocados na CPI

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As investigações da CPI da Máfia das Próteses, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, trouxeram a tona estarrecedoras verdades que já estavam sendo investigadas pela Polícia e Ministério Público. “Já  ouvimos que existe uma taxa de 15% nos meandros deste mercado, também que o termo órteses foi criado para aumentar ganhos e tem médicos que estão fugindo do depoimento, neste caso, vamos acionar a Polícia Federal. O ortopedista Fernando Sanchis, citado por várias testemunhas como agenciador, disse que não vai colaborar com a CPÌ. Este mando a Federal buscar”, disse o presidente da CPI, senador Magno Malta (PR/ES).

A Procuradora de Estado, Fabrícia Boscaíni, prestou valiosa colaboração no depoimento à CPI. Ela detalhou diversas denúncias e que realmente a distorção foge a legalidade. Magno Malta também perguntou sobre liminares que facilitavam a venda das próteses e a participação de advogados. “Tem médico cujo consultório funcionava em uma imobiliária, uma verdadeira corretora”, ironizou.

Brasília-DF // Esplanada dos Ministérios - Senado Federal - Ala Tancredo Neves, Gabinete 57
Telefone: +55 61 3303-4161/1656
E-mail: magnomalta@senador.gov.br

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