Magno Malta exige punição e indenização da Samarco-Vale pela morte do Rio Doce

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Diante da tragédia do rompimento da barragem da empresa Samarco que lançou rejeitos de mineração no Rio Doce, o senador Magno Malta (PR-ES) pediu rigor nas punições para as empresas mineradores que provocaram a tragédia que matou o Rio Doce e contaminou o mar. “Não devo nada a Samarco e nem a Vale, estou cobrando pelo estrago que eles fizeram. Ontem, vi o rio vermelho, cor de sangue derramado, que matou pessoas, fauna, flora e agoniza famílias ribeirinhas”, emocionou Magno Malta

Senador Magno Malta esteve ontem em Regência, Colatina e Baixo Guandu e viu de perto o velório do rio. Ele explicou que pescadores no Espírito Santo, estão sofrendo porque não há peixes no rio. Ele acrescentou que pela previsão mais otimista dos biólogos, o rio precisará de pelo menos dez anos para se recuperar.

Magno Malta destina recursos para o produtor rural capixaba

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Senador Magno Malta já comunicou a efetivação do pagamento de emendas para municípios capixabas, com objetivo de desenvolver a produção rural do Espírito Santo. “Emenda é dinheiro do povo, não vejo vantagem do parlamentar destinar recursos para os municípios, mas é um dever nosso garantir a boa aplicação. Estou priorizando o homem do campo que sofre com a estiagem no Estado”, explicou Magno Malta.

Senador Magno Malta comunicou hoje ao vereador Romildo Sérgio Abreu Machado, de Atílio Vivacqua, que já está depositada na conta da Prefeitura Municipal, a quantia de R$ 195 mil para apoio ao produtor rural. “É com alegria que recebo do chefe do gabinete do senador Magno Malta a boa notícia, pois estamos passando por momentos caóticos e esta quantia, já depositada chega em boa hora, disse vereador Romildo.

Magno vai até Regência e busca propostas com lideranças para apresentar no Senado Federal

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“Um quadro desolador, no semblante dos moradores, mesmo com a intensa movimentação de helicópteros, imprensa internacional e muitos trabalhadores, o clima era de velório. As águas avermelhadas e densas da boca do rio, ao beijar o mar, pareciam lágrimas de sangue que despediam de um velho amigo que tanto sustento deu para a bucólica vila de pescadores”. Assim, senador Magno Malta descreveu o cenário que visitou nesta terça-feira, em Regência, em busca de informações que serão apresentadas na sessão temática do Congresso Nacional

Ao visitar a Associação dos Pescadores de Regência, Magno Malta foi informado que 68 profissionais da pesca ficarão sem trabalho por tempo indeterminado. A Diretoria reivindica um salário compatível até que o rio seja repovoado. “Pelos cálculos preliminares, cada pescador fatura R$ 600 por semana, a empresa responsável pelo acidente terá que pagar esta conta”, disse Magno.

Magno Malta que CPI para investigar desastre no Rio Doce e pede punição rigorosa para Vale

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Senador Magno Malta vai visitar região do litoral capixaba atingida pela lama que deixou rastro de morte e prejuízo ao longo do Vale do Rio Doce para, na quarta-feira, amanhã, em reunião temática no Congresso Nacional, apresentar proposta de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito. “Acho que deve ter uma investigação a partir da denúncia do Ministério Público Federal, há 2 anos, que alertou do risco do desastre. Isto é terrorismo, é pior que terrorismo, pois estamos na eminência, e eles não negam isso, que podemos ter um desastre maior ainda, caso, outras duas barragens rompem”, explicou Magno Malta.
 
O rompimento das duas barragens de Minas Gerais cortou o fornecimento de água potável para milhares de pessoas em diversas cidades do Vale do Rio Doce e saturou cursos de água com um sedimento laranja denso que pode afetar o ecossistema por anos. “O volume total de água expelido pelas barragens e carregado com resíduos minerais pesados por 500 quilômetros é impressionante e chegou ao nosso litoral, literalmente, aniquilando um berçário de vida marinha, matando fauna e flora. Além das pessoas que perderam a vida, centenas ficaram desabrigadas e muitas famílias de pescadores perderam o sustento. Um crime que o Brasil exige que seja investigado e os responsáveis punidos”, disse Magno Malta.

Magno Malta participa de evento pró-desarmamento com presidente do Senado e ministro da Justiça

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Senador Magno Malta é um dos palestrantes do lançamento do programa a favor do desarmamento. O evento acontecerá no Palácio do Campo das Princesas, nesta segunda-feira, em Recife. “O Estatuto não é um supra-sumo, precisa ser melhorado, mas não podemos armas a sociedade como medida para diminuir a violência, é um retrocesso incoerente”, explicou Malta.

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, irá receber o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a secretária Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Miki, e os senadores Randolf Rodrigues (Rede) e Magno Malta. Além dos políticos, também participarão as instituições Viva Rio, o Instituto Sou da Paz e a ONG Brasil Sem Armas. “Sou um defensor da vida, tenho princípio cristão e acho que não combatemos a violência colocando armas na mão da população. Acabar com o estatuto do desarmamento é um remédio pior que a doença. Precisamos fechar as fronteiras, investir em segurança pública e acabar com a impunidade ”, revelou Magno, que já está em Pernambuco.

Magno Malta e bancada capixaba cobram urgência nas ações do Ministério da Integração

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A bancada capixaba, mais uma vez, na manhã desta quarta-feira,   cobrou do ministro da integração Nacional, Gilberto Occhi, transparência e determinação nas atitudes em relação a tragédia de Mariana. “Pedimos soluções urgentes, pois a população e o Rio Doce são os únicos que não tem responsabilidade pelo sinistro”, disse Magno Malta.

Senador Magno Malta quer garantias de que a água do Rio Doce não está contaminada colocando em risco a população e as cidades do Estado cortada pelo rio. O Ministro respondeu que a água não contém metais pesados e está boa para uso, sem distinção. Ochhi prometeu também para toda bancada divulgar laudos diários no site do Ministério,

Magno pede saída do Ministro e considera covardia o veto ao reajuste dos servidores

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Por uma diferença de seis votos, o Congresso Nacional decidiu na noite desta terça-feira (17), em sessão conjunta (deputados e senadores), manter o veto da presidente Dilma Rousseff ao reajuste entre 53% e 78% para servidores do Judiciário. “Peço a saída do Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que pensa em pagar o rombo do governo à custa do trabalhador brasileiro, principalmente com uma categoria que está sem reajuste a quase 10 anos”, disse Magno, logo após a sessão do Congresso Nacional.
 
Para a derrubada do veto, eram necessários 257 votos entre os deputados (maioria absoluta). O placar foi de 251 votos pela derrubada, 132 pela manutenção e 11 abstenções. Como o veto foi mantido pelos deputados, não houve necessidade de votação entre os senadores. Para a derrubada de um veto, é necessário que as duas casas votem no mesmo sentido. O item era um dos mais polêmicos da pauta da reunião do Congresso desta terça. Servidores do Judiciário lotaram as galerias da Câmara a fim de pressionar os parlamentares pela derrubada do veto.

Magno Malta avança com projeto de lei para regular jornada de trabalho dos caminhoneiros

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Em plena greve nacional dos caminhoneiros, senador Magno Malta (PR-ES) avançou com o Projeto de Lei de sua autoria para regular e disciplinar a jornada de trabalho e o tempo de direção dos motoristas profissionais, além de outras providências para determinar a implantação de estações de apoio à atividade profissional de veículos de transportes de cargas. O projeto foi aprovado nesta quarta-feira na Comissão de Infraestrutura e agora será encaminhado para aprovação na Comissão de Assuntos sociais

Segundo o senador Magno Malta, que apoia a manifestação nacional da categoria, a aprovação do projeto de lei na comissão de Infraestrutura veio em boa hora. “Queremos favorecer a categoria disciplinando o regime de trabalho dos motoristas profissionais estabelecendo limites para extensão de jornada e o tempo máximo de permanência no volante. Em especial, a nova lei permite conter excessos que estão sendo cometidos por compromissos contratuais. A fadiga ao volante pode ser fatal”, justificou Magno Malta,

Brasília-DF // Esplanada dos Ministérios - Senado Federal - Ala Tancredo Neves, Gabinete 57
Telefone: +55 61 3303-4161/1656
E-mail: magnomalta@senador.gov.br

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