Magno Malta critica Dilma por não reconhecer erros e dizer-se 'vítima de tramoia'

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O senador Magno Malta (PR-ES) lamentou em Plenário, nesta quinta-feira (7), que o depoimento por escrito enviado pela presidente afastada Dilma Rousseff à Comissão Especial de Impeachment não contenha o reconhecimento de nenhum erro à frente do Poder Executivo. O parlamentar criticou Dilma por manter, no documento, a versão de que é "vítima de um golpe", "vítima de uma tramoia", sem qualquer autocrítica.

Magno Malta quer prisão perpétua para pedófilos e cita drama da pastora Bianca Toledo

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Senador Magno Malta, em plenário, relatou o drama da pastora Bianca Toledo, que teve o filho de cinco anos, abusado pelo ex-marido, o pastor Felipe Heiderich, que já está preso na unidade de Bangu, no Rio de Janeiro, Lideranças religiosas, pela responsabilidade, pediram ao senador para expor as verdades com transparência para todo o Brasil. Magno Malta, que chamou Felipe, de falso pastor, que é réu confesso, inclusive assumiu o homossexualismo, explicou que o ex-marido da pastora Bianca tem que pagar pelos seus atos. O senador, que presidiu a CPI da Pedofilia, defende prisão perpétua para abusadores de crianças.

No Senado Federal, na tarde desta terça-feira, Magno Malta que fez uma verdadeira cruzada no Brasil contra a pedofilia, disse que após a CPI sua vida mudou e não consegue viver com pedófilos e os crimes de pedofilia. “É uma figura asquerosa, é uma sombra capaz de enganar a todos. Nesta minha grande cruzada eu prendi religiosos, padres e pastores. Mas faça a ressalva, não existe padre pedófilo e nem pastor pedófilo, o que existe é criminoso, bandido, que usou do sacerdócio para aproximar de crianças e abusar sex ualmente. Só quando um pedófilo é flagrado, ele é revelado. Assim descobre-se um passado de sofrimento, lágrimas e sangue”, explicou Malta.

Liberação de cassinos chega ao plenário do Senado Federal sob fortes resistências

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Senador Magno Malta (PR-ES), que já presidiu a CPI dos Bingos, gravou vídeos iniciando uma campanha contra a proposta do governo federal de legalizar no País os jogos de azar. "A jogatina é uma indústria de lavagem de dinheiro que gera crimes e sofrimento. Não permitirei calado este mal para nossa nação", garantiu o parlamentar capixaba.

Afirmar que a legalização do jogo – cassinos – no Brasil é para favorecer a demanda de mercado de trabalho gerar emprego e desenvolvimento, com absoluta certeza, é um engodo. “Na verdade, o jogo é uma cilada que empobrece os incautos, enriquece os astutos e tem como objetivo maior lavar dinheiro de origem duvidosa, explicou Malta.

Testemunhas de Dilma na CEI não convenceram Magno Malta

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O senador Magno Malta (PR-ES) registrou que as testemunhas foram à Comissão Especial justamente para negar os crimes, numa tentativa de usar a mídia e as redes sociais para salvar a presidente afastada. Para ele, no entanto, Dilma Rousseff estaria presa se houvesse uma lei que punisse com rigor quem faz promessas eleitorais e não as cumpre.
 
Magno Malta afirmou que testemunhas e informantes não convenceram e continua certo do impeachment. Não trouxeram fatos novos, pelo contrário, somaram em nada e só tentaram jogar para mídia, nem isso conseguiram. “Estou convicto de que Dilma, escorada nas pedaladas, contou as mentiradas nas eleições e cometeu crime de responsabilidade fiscal”, disse Malta.

Magno Malta pede criação da CPI da Lei Rouanet e aplaude operação Boca Livre

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Senador Magno Malta (PR-ES) elogiou a Operação Boca Livre, da Polícia Federal, que resultou na prisão, nesta terça-feira, de  acusados de desviar R$ 180 milhões em irregularidades em projetos beneficiários da Lei Rouanet, de apoio à cultura.

Defensor de uma CPI para investigar essas irregularidades, Magno Malta citou o caso de um empresário que usou dinheiro público, obtido por meio de renúncia fiscal prevista na Lei, para bancar um casamento no litoral catarinense.

Magno Malta quebra pose do PT de defensor dos pobres

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"Tiveram 13 anos para taxar grandes fortunas, mas como é que vão taxar os amigos?"

Magno Malta (PR-ES) quebrou mais uma vez a pose de defensores dos pobres ostentada por petistas.

Em sessão desta segunda-feira (27) da comissão do impeachment, o senador ridicularizou a proposta de Lindbergh Farias (PT-RJ) de taxar grandes fortunas, mostrando que elas pertencem aos comparsas do PT no esquema de corrupção de Petrobras, como os empreiteiros de Odebrecht, OAS e Queiroz Galvão.

Rose de Freitas renuncia à vaga na comissão do impeachment e indica Magno Malta para titular.

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Depois de reiterar posição favorável ao impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, a nova líder do governo no Congresso, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), renunciou à vaga de membro titular na Comissão Especial. O anúncio foi feito durante sessão no plenário da Casa. A congressista indicará o senador Magno Malta (PR-ES) para substituí-la, que ocupa vaga de suplente no colegiado.

Magno Malta, mesmo como suplente, tem sido assíduo e combativo na CEI. Nas redes sociais e na imprensa nacional tem ocupado espaço de destaque. No face já tem mais de 1 milhão de seguidores. “Pela liderança já puxei votação, mas como titular terei mais liberdade. Meu voto o Brasil já conhece”, agradeceu Magno Malta.

Magno Malta compara blindagem de Dilma a uso de menores no tráfico

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Magno Malta (PR-ES) comparou o uso que a defesa de Dilma Rousseff faz de assessores com o objetivo de blindá-la contra qualquer responsabilização direta pelos decretos irregulares (que ela própria assinou!) ao uso que traficantes de drogas fazem de menores inimputáveis com o objetivo de evitar a prisão.

O senador ainda detalhou com exclusividade a este blog a referida analogia feita na sessão de terça-feira da comissão do impeachment.

Assista à edição abaixo, que traz o vídeo original seguido da explicação em áudio.

Fonte: Veja

Brasília-DF // Esplanada dos Ministérios - Senado Federal - Ala Tancredo Neves, Gabinete 57
Telefone: +55 61 3303-4161/1656
E-mail: magnomalta@senador.gov.br

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