PL 122

Vereador transexual abraça bandeira de Magno Malta contra intolerância no país

Magno Malta e Môa: respeito recíproco
Magno Malta e Môa: respeito recíproco

Vereador Moacyr Sélia, o Môa, travesti de muito respeito, reforçou o posicionamento do senador Magno Malta PR/ES) e garante que o Brasil não é homofóbico, mas sofre preconceito e intolerância em todos os setores.

A história do jovem Moacyr, menino criado no interior do Espírito Santo, é marcada pela capacidade de superar e vencer o preconceito machista que predominava em todos os setores que freqüentava. Na escola já era visto com indiferença, a família não aceitou fácil a mudança de comportamento e muitos debochavam do rapaz cabeludo que virou moça. Mas com dignidade enfrentou o preconceito e a intolerância, até ser eleito presidente da Câmara dos Vereadores, com uma gestão voltada para a ética e moralidade. “Sou referência de homem correto no município, disse o transexual, respeitada liderança do Partido Republicano.

Môa esteve em Vitória para a reunião de apresentação da nova executiva regional do PR, presidida pelo senador Magno Malta. Na ocasião, o vereador mais uma vez, protestou contra o termo homofobia. “Já passamos da fase da violência física contra os homossexuais, existem casos isolados, mas a comunidade, mesmo com intolerância e discriminação, tem tratado o movimento LGBT dentro do debate político democrático.” Esclareceu o vereador transexual.

O Projeto de Lei 122, que está com os dias contados e deve ter o texto mudado, segundo o senador Magno Malta, “vai tratar a intolerância e o preconceito no mais amplo sentido como crime. Pobre não pode ser discriminado pelo rico, o obeso não pode ser objeto de deboche, basta de atitude machista contra a mulher e temos que abolir de vez todo preconceito racial, religioso e de classe social do dia-a-dia do brasileiro”, afirmou Magno Malta.

Para o senador, expressivo líder religioso, “respeito e amor são sinônimos. Só podemos amar o próximo como a si mesmo respeitando o livre arbítrio de cada cidadão. Assim, estou convencido que banalizaram o termo homofobia e deixaram de foco a verdadeira raiz da discriminação e do preconceito. Respeito Môa como um irmão, do jeito que ele é, mesmo tendo opinião pessoal sobre o tema polêmico”.

E para comprovar que realmente o assunto é polêmico, o Ibope realizou em julho, uma pesquisa quantitativa comprovando que 55% dos brasileiros não aceitam a união estável de casais do mesmo sexo. “O supremo criou por lei, um terceiro sexo sem consultar as famílias, mas não teve respaldo”, desabafou Malta, atual presidente da Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

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