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“Não é combater violência com violência. É dar direito à legítima defesa”, diz Magno Malta sobre porte de armas

Eleito pela primeira vez em 2003, Magno Malta está, desde então, como senador do Espírito Santo, sendo, inclusive, um dos mais votados no País. O Senador é conhecido por seu posicionamento em temas espinhosos, como aborto, legalização da maconha, porte de armas e redução da maioridade penal. Neste ano, ele foi cotado como vice do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), mas optou por continuar na bancada capixaba no Congresso Nacional.

Mesmo o Espírito Santo sendo um pequeno estado, Magno garante que a bancada capixaba é expressiva, havendo lá dentro o que ele chamou de baixo e alto clero, ao comparar as bancadas de outros estados maiores, sua atuação e a do colega de casa, Ricardo Ferraço (PSDB), foi colocada como de grande influência.

Questionado sobre suas ações em prol do Estado, Magno foi incisivo no caso da concessão da ECO 101, concessionária que administra a BR 101 desde 2013, no Estado. “Ou duplica e cumprem o contrato, ou vão perder a concessão”, declarou. Outras linhas de atuações fortes são a volta da Ferrovia que a Vale iria implantar e o resgate do Fundo de Desenvolvimento das Atividades Portuárias (Fundap).

Forte crítico do governo PT, Magno declarou que o maior problema do Brasil, é a corrupção. “Enquanto o filho do Lula tem uma lancha, ele tira um posto de saúde. O que fizeram com a Petrobras foi inadmissível, podíamos ter muitas universidades públicas no País, mas o PT foi levar estradas para Venezuela, porto para Cuba, gasoduto para a Bolívia, dilapidando o cofre público. Nossa saúde? Saiu do quadro clínico direto para a UTI, esse foi o País que o PT deixou”.

Na visão de Magno Malta é preciso recuperar a confiança do povo brasileiro, que após tanta corrupção acredita que todo candidato é criminalizado. E ainda defendeu que as escolhas de ministros deveriam ser por concursos públicos e não por indicações. “Temos pessoas notáveis capazes de ser ministros, com talento e determinação. Mas os políticos têm rabo preso e preferem indicar. Precisamos resgatar a fé do povo que foi diluída nessa crise institucional do Brasil, estamos vivendo uma crise moral”.

Cotado antes das campanhas começarem como vice de Bolsonaro, Magno é favor do armamento de civis, mesmo tendo votado contra no Estatuto do Desarmamento, de 2003. “Votei a favor do desarmamento, porque estávamos apostando em desarmar todos, inclusive, os bandidos. Mas estes não foram desarmados. Pelo contrário, eles têm até armas israelenses. Por R$ 100 mil você compra um lança míssil, e nas favelas tem isso. Todo cidadão tem direito de defesa, está na lei, mas para ter direito a arma, vai ser feito o psicotécnico. Não é armar todo mundo. As pessoas vão passar por testes, exames para se tornarem aptas. Não é combater violência com violência, é dar direito à legítima defesa”.

Enérgico, o senador, que também é pastor e cantor de uma banda de pagode gospel, tratou de se posicionar contra os temas espinhosos como o aborto, alegando que o Supremo Tribunal Federal (STF) não tem o direito de interferir em uma vida. A descriminalização da maconha, Malta afirma que é mais uma vergonha que o STF quer aprovar.  “Maconha é a porta de entrada para outras drogas, a maconha cria dependência e desagrega a família, veja o que o Uruguai vive hoje, após a liberação”.

Maior exponente da defesa da redução da maioridade penal, Malta ressaltou sua participação na CPI do Narcotráfico, que usava crianças para assumirem crimes cometidos por traficantes. “Na CPI do Narcotráfico eu vi crianças sendo exploradas pelo tráfico, O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) protege criança que mata, estupra, queimam pessoas vivas, cometem crimes bárbaros e quando a polícia põe a mão nele, a primeira coisa que ele diz é: ‘sou de menor!’, crime hediondo não tem que ter limite de idade. Vamos resgatar os jovens através de esportes e da família, para que não caiam na criminalidade, finalizou o candidato.

Fonte: Rede Notícia

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