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Presidente do Santander Cultural nega apologia à pedofilia em obras da exposição Queermuseu, mas não convence

O presidente do Santander Cultural, Marcos Madureira, foi convocado a comparecer à CPI dos Maus-tratos em Crianças e Adolescentes, após a aprovação de um requerimento do presidente da comissão, senador Magno Malta. Durante os cerca de 30 minutos em que Madureira participou da CPI, Magno Malta cobrou ‘respostas objetivas’. Mas o presidente do Santander Cultural foi evasivo nas argumentações, sempre desviando do foco principal.

“Tem que ter mea-culpa do Santander, porque o dinheiro que foi, R$ 800 mil em um negócio que vocês nem sabiam nem o que que era. Vocês rasgam dinheiro? Jogam dinheiro fora? Eu vou continuar perguntando objetivamente, mas o senhor não tem condição de responder objetivamente, porque está uma conversa de bêbado para delegado, que eu estou perguntando um negócio e o senhor começa a fazer... Eu quero objetivamente”, protestou Malta.

“O senhor não pegaria suas crianças pela mão, suas duas meninas, e levaria lá para ver dois homens abusando sexualmente de um negro. O senhor não levaria”, acrescentou o senador do Espírito Santo.

Malta questionou se o Santander recuou porque teve uma clientela “indo embora” ou “pichação de agência”. Madureira frisou que o Santander, “vendo o sentimento das pessoas que resultou nas agressões físicas”, decidiu encerrar a exposição.

A CPI também ouviu o ex-presidente da instituição Sérgio Rial. No entanto, essa parte da reunião foi fechada.

Assessoria de Imprensa

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