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Magno Malta compara o país a paciente diabético que precisa de amputação

O discurso de Magno Malta (PR-ES) chamou a atenção na tarde desta quarta-feira, 11, ao comparar o país a um doente. Nas redes sociais, o discurso é apontado como tendo um tom escatológico.

"O Brasil é como um corpo diabético, febril, com uma perna cheia de gangrena, pronta para ser amputada", disse, lembrando que vem "de uma família de diabéticos".

O senador era uma dos mais aguardados a discursar nesta quarta na sessão de admissibilidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff, após fazer uma "pegadinha" na votação do relatório na comissão especial lendo o voto do ministro Jacques Wagner no impeachment de Fernando Collor, e 1992.

Malta citou ainda o Espírito Santo ao reclamar da retirada de incentivos fiscais do Estado pelo governo Dilma, "de forma grosseira".

O pronunciamento de Malta também teve ataque ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O senador afirmou que o Brasil sofreu um "golpe de marketing" petista e responsabilizou o partido pelos ataques a valores caros a ele, como da família. "Eles destruíram os valores da família".

"Ele aparou a barba, tirou a covinha do rosto", disse sobre Lula. "A peça de marketing fez com que sonhássemos junto com eles".

Sobre o PT, Malta ainda destacou que o partido tem um "projeto de poder" e queria estabelecer a "ditadura do proletariado".

Essa não foi a primeira vez que Malta comparou o governo Dilma de forma exótica. Em março de 2015, o senador disse que o governo era como um "motorista bêbado sem habilitação".

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