Notícias

Magno Malta participa da primeira audiência pública para debater a legalização da maconha

Na luta contra a legalização do consumo e plantio da cannabis sativa, vulgarmente conhecida como maconha, senador Magno Malta (PR/ES) participa na Comissão de Direitos Humanos, nesta segunda-feira, da audiência pública interativa para instruir  a regulamentação do uso recreativo, medicinal ou industrial da maconha e para avaliar a experiência internacional com a liberação da droga, em especial no Uruguai. “É mais um bom combate em favor da família e contra uma erva que degrada a saúde e a moral do ser humano”, posicionou Magno Malta,  opoente a todo tipo de droga que cria dependência e altera o humor

A primeira audiência pública no Senado Federal para debater esta polêmica pauta contará com a participação do responsável direto pela política de drogas do Uruguai, Julio Calzada; do representante do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime no Brasil, Rafael Franzini Batle; do secretário nacional de Políticas  sobre Drogas do Ministério da Justiça, Luiz Guilherme Mendes de Paiva; e da coordenadora de Combate aos Ilícitos Transnacionais do Ministério das Relações Exteriores, Márcia Loureiro. Para o senador Magno Malta existe um forte movimento internacional para legalizar a maconha.

“Com grandes fronteiras e sem condições de recuperar uma demanda imensa de usuários de drogas na rede pública de saúde, liberar o consumo da maconha é uma grave ameaça às famílias brasileiras. A cannabis é comprovadamente prejudicial à saúde e vou participar ativamente dos debates, inclusive já indiquei autoridades, especialistas e representantes de movimentos do terceiro setor para comprovarem nas audiências o risco e o malefício desta droga”, explicou Magno Malta.

A Sugestão 8/2014 foi apresentada pelo capixaba André de Oliveira Kiepper por meio do Portal da Cidadania.  Kiepper conseguiu o apoio de 20 mil pessoas à sua ideia de uma lei que permita o cultivo caseiro, o registro de clubes de autocultivadores, o licenciamento de estabelecimentos de cultivo e de venda de cannabis no atacado e no varejo, e a regularização do uso medicinal. Ao atingir esse patamar, a proposta foi enviada à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), que escolheu Cristovam para avaliar se a sugestão deve ser transformada em projeto de lei.

Na justificativa da proposta, há o argumento de que o mercado da maconha sem regulamentação “gera violência, crimes e corrupção. O usuário é penalizado e milhares de jovens estão presos por tráfico”. Os partidários da sugestão defendem que a maconha deve ser regularizada, como já ocorre com as bebidas alcoólicas e os cigarros.

Senador Magno Malta, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família, há mais de 35 anos trabalha na recuperação de usuários de droga e já presidiu a CPI do Narcotráfico, promete usar toda experiência para sensibilizar a população do alto custo que este projeto pode representar para o País. “Quem defende a legalização da maconha não tem consciência do sofrimento de uma mãe que chora pela dor do filho dependente. Não podemos permitir que abram esta porta para destruir lares”, concluiu Magno Malta, que já postou nas redes sociais a campanha contra a legalização da maconha no Brasil.

Assessoria de Imprensa

Brasília-DF // Esplanada dos Ministérios - Senado Federal - Ala Tancredo Neves, Gabinete 57
Telefone: +55 61 3303-4161/1656
E-mail: magnomalta@senador.gov.br

FIQUE POR DENTRO DAS NOVIDADE
CONECTE-SE A NÓS