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Concluída audiência da CPI dos Maus-Tratos e prevenção do suicídio é pauta na quinta-feira

Senador Magno Malta, presidente da CPI dos Maus-Tratos Contra Crianças e Adolescentes concluiu nesta manhã de terça feira, mais uma audiência e aprovou várias convocações. Na próxima quinta-feira, a partir das 10h, a CPI vai discutir a prevenção do suicídio. Foram convidados representantes da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (Abeps) e do Centro de Valorização da Vida (CVV), além do psiquiatra André de Mattos Salles, especialista em infância e adolescência; do psicólogo Carlos Henrique Aragão Neto, autor de artigos sobre automutilação e prevenção do suicídio; e do jornalista Marcelo Canellas, que tratou do tema em diversas reportagens.

Senador Magno Malta subiu o tom ao tratar de novas convocações de requerentes que estavam agindo de forma evasivas na conduta com as investigações da CPI. O presidente aprovou requerimentos de convocação dos diretores e presidentes das empresas de telefonia Claro, Oi, Tim e Vivo. A intenção da comissão é ouvir dos representantes das operadoras de telefonia e internet sobre atrasos e negativas de entrega de dados de usuários requisitados por autoridades policiais que investigam crimes de pedofilia na rede de computadores. “Delegados de Polícia que investigam crimes contra crianças reclamam muito da pouca atenção destas empresas. Elas não estão cumprindo o Termo de Ajuste de Conduta assinado na CPI da Pedofilia no Ministério Público”, lembrou Magno Malta.

Senador Magno Malta foi enfático ao solicitar a convocação do presidente do Santander Cultural, Sérgio Rial, para falar da mostra sobre diversidade cultural cancelada em Porto Alegre diante das acusações de que conteria obras com apologia à pedofilia e ao abuso sexual de crianças. “Esta exposição chocou o povo brasileiro, majoritariamente cristão, agrediu as religiões, deixou claro a apologia à pedofilia e até zoofilia”, explicou Magno Malta.

A mostra Queermuseu - Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, com 270 trabalhos de 85 artistas que abordam a temática LGBT, questões de gênero e diversidade, foi suspensa após protesto coordenado pelo grupo Movimento Brasil Livre. A acusação é de que haveria obras ofensivas, com apologia à pedofilia e ataques a valores cristãos e aos bons costumes.

Alinhado às críticas, Malta está requerendo ao Ministério da Cultura cópia do processo que levou ao cancelamento da exposição, e pede a convocação, para depoimento, do presidente do Santander Cultural, Sérgio Rial. Na justificativa do requerimento, o senador argumenta que crianças que frequentaram o evento foram expostas a imagens não recomendas para sua idade. Magno Malta também apresentou requerimento para convite ao ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão.

Assessoria de Imprensa

Brasília-DF // Esplanada dos Ministérios - Senado Federal - Ala Tancredo Neves, Gabinete 57
Telefone: +55 61 3303-4161/1656
E-mail: magnomalta@senador.gov.br

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